quinta-feira, 8 de outubro de 2009

SE NAMORO FOSSE BOM, NEGO NÃO CASAVA.

Já é madrugada e estou aqui escrevendo texto que não mostrará as vantagens de se casar, mas sim as desvantagens de não se casar. Ok?!

Eu comecei a namorar muito tarde. Comecei com 18 anos, na época, namorei uma menina de 15. O que era muito chato, pois muito queria fazer e nada podia fazer. Por que?! Os pais. Sendo que o pai dela era padrasto. Muito do chato e implicante, que sempre se metia na porra toda. Ela morava longe e mal, o que dificultava muito a minha ida até a casa dela, uma vez que na minha ela raramente podia ir. Em 1 ano e 7 meses, ela foi dos dias na minha casa. Entendem?! Pois é!!!

A minha segunda namorada era louca. Não sabia o que queria e ainda tinha uma história mal resolvida com um ex-namorado. Eu nessa época já tinha 19 e ela 23. Vou te dizer, namoro curto, longe e caro. Putz!!! Ela era super gente fina, mas sempre dava uns ataques de loucurinhas e me enchia o saco. No fim ela se decidiu por tentar alguma coisa com o seu ex e me largou. Menos mal, pois economizei muito e sai de uma cidade que pra mim, meu estado de espírito, fazia muito mal.

A minha terceira namorada era chata e louca.

Muito, sem contar que não sabia muito de relacionamentos. Aí eu tinha 22 e ela 20.

Sabe o tipo de pessoa que se não for como ela quer que as coisas sejam a morte vem e te leva para as profundezas do inferno. É amigos, altos barracos e brigas por paradas minúsculas por que eu não dava o braço por torcer. Porrada e o caralho! Outra! Muito patrícia. Sempre queria as coisas boas. Na boa, como eu ia dar coisas boas para ela se nem mesmo comprava para mim?! Cada um cuida do seu e vai... Abria minha carteira e o caralho para ver quanto tinha. É mole?! Como se deu o fim?! Brigas e mais brigas. Culpa de quem?! No fim, sempre acabam sendo minhas. Elas normalmente me faziam acreditar nisso. Mas eu nem aí...

Bom, tive alguns relacionamentos furados. Até mesmo para os poucos que tive. Sei que não sou um sujeito fácil de dar, mas não sou desonesto e incompreensível.

Faz pouco tempo que me casei. Juntei meus trapos no início desse ano e as coisas vão indo bem, apesar de as coisas terem acontecido muito rápido. Estou mega feliz. E me sinto importante a cada dia. Minha mulher me faz sentir assim. Agora tenho certeza que encontrei uma mulher para a vida toda. Parceira, ativa, amiga e muito responsável. Ela se tornou essencial na minha vida.

Tem alguns traços das minhas ex. Não que eu faça comparações. Nunca fiz. Pelo menos não de propósito. Nem me lembro... Bom! Deixa prá lá. (esse trecho deu uma merda do cara***)

Mas acaba se tornando diferente de tudo o que eu já vivenciei. Parece que nós conseguimos evoluir. Sério mesmo! As coisas que antes me incomodavam, hoje, tendo alguém do meu lado que quer compartilhar das mesmas coisas que eu, já não incomoda mais, por que sei que na frente alguma coisa ela vai fazer para reparar e tentar amenizar o estrago se houver.

O namoro sintetiza um pouco as coisas. Tudo tem que ser feito na hora, rápido e de uma maneira desordenada. Casamento é totalmente ao contrário. Algo totalmente desprovido de presa e muito mais maleável. O casamento me faz ser mais certo de mim. Acredito que o relacionamento entre conjugues se torna mais aplausível e sempre há um prazo maior para se fazer as coisas. O que gera tranqüilidade e, minha opinião, a oportunidade de as idéias serem mutantes, e com isso, acabar acertando mais que errando. Vocês me entendem?!


Estou casado, amando e feliz. Brigamos?! Mas é claro! Somos os mesmos, aqueles que aprenderam com os namoros anteriores. E somos namorados ainda, mesmo que casados.

Ou seja, nunca se para de errar, mas se erra, agora, apenas, para acertar.

Espero que tenham gostado e que a iniciativa de se tentar mudar a relação pra melhor parta de você. Nunca espere que outro seja digno de merecer você. Sinta-se você digno de merecer o parceiro. Beleza?!

Abraços!

Um comentário:

  1. Fico muito feliz e orgulhosa por isso. Não, não acho que o casamento seja uma Instituição falida, e continuaremos a provar isso.

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